quarta-feira, 31 de março de 2010

CONVITE PARA O ENCONTRO DE 05 DE SETEMBRO

Está chegando a hora do 2o. Encontro da Família

Queridos familiares,
Parece que foi ontem que realizamos o 1o. Encontro da Família Wächter/Waechter, naquele domingo de setembro do ano de 2007. O Salão da Comunidade Evangélica do Rio Pardinho ficou pequeno para receber tantas pessoas que vieram trazendo suas histórias de vida, seu apoio e sua alegria.
Neste ano de 2010, realizaremos o 2o. Encontro no dia 5 de setembro, conforme decidimos no encerramento da edição anterior.
A cidade escolhida é Três de Maio, situada na região do Alto Uruguaí, a noroeste do Estado do Rio Grande do Sul. Teremos atividades durante todo o dia no amplo e bem organizado Parque de Exposições Germano Dockohrn .
Muitas atividades estão programadas e tudo está sendo pensado para que todos se sintam bem e que o congraçamento entre as pessoas seja a tônica maior do encontro.
Para participar, procure um membro da comissão organizadora, faça sua inscrição e se possível já adquira o cartão do almoço, que está sendo vendido ao custo de R$ 15,00 para adultos e R$ 8,00 para crianças de 7 a 12 anos. No valor cobrado, já está incluído o café da manhã de boas vindas.
CONTATOS
Três de Maio:
Adalberto Wächter - 55 9977 4111
Jorge Luiz Wächter - 55 9961 3395
Santa Cruz do Sul:
Marcus Henrique Wächter - 51 8199 1563
Margit Panke(Rio Pardinho) - 51 3704 5150
Panambi:
Milton Waechter - miltonenio@hotmail.com
Porto Alegre:
Senaldo Oltivo Wächter – 51 8112 6862

PROGRAMA OFICIAL DO ENCONTRO - 05/09/2010 EM TRÊS DE MAIO-RS

TRÊS DE MAIO SEDIARÁ O 2o. ENCONTRO

domingo, 6 de setembro de 2009

II ENCONTRO DA FAMÍLIA WÄCHTER / WAECHTER

Estão bem encaminhadas as tratatias para o II Encontro da família.
Preliminarmente está sendo cogitada a data de 5 de setembro de 2010, um domingo, pré-véspera do feriado de 7 setembro, terça-feira.
O veículo oficial de interatividade e informação será o blog da famíla.
Novas informações serão exibidas neste veículo, assim como sugestões poderão feitas no formato de postagens de comentários.
Aguardem, novas informações virão a seguir.
Saúde e Paz para todos.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

O Cemitério

Marco comemorativo


Durante o 1o. encontro da família Wächter, no dia 08/09/2007, foi lançada a placa alusiva aos 150 anos da chegada ao Brasil de Johan Peter Wächter e Maria Margarethe Wendling.
A placa está fixada no cemitério da família Wächter no Rio Pardinho, distrito de Santa Cruz do Sul.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

JORNAL ALEMÃO DESTACA O ENCONTRO DA FAMÍLIA WÄCHTER

DINASTIA WÄCHTER FESTEJA, APÓS 150 ANOS, O SEU REENCONTRO.

O ancestral do ramo familiar brasileiro se mudou, em 1857, de Michelbach para a América do Sul – Grupo de Hunsrück encontrou mais de 600 parentes.

HUNSRÜCK. Tudo começou com Peter Wächter . Em 1857, emigrou o morador de Michelbach e com sua esposa Maria Margarethe e quatro filhos para o Rio Grande do Sul. O alfaiate e agricultor como se acha registrado na sua carta de renúncia da cidadania prussiana – se transformou numa verdadeira dinastia na América do Sul. Mais de mil brasileiros carregam o seu nome ou descendem dele.
Enquanto o ramo familiar de Hunsrück permaneceu extremamente controlado, os Wächter de além mar, ao contrário, se multiplicaram de forma explosiva. Dez filhos ou mais não era exceção, mas quase uma regra. Como campeão se destaca o Otto, neto de Peter Wächter que não deixou por menos de 17 descendentes.
Rapidamente as famílias de um e de outro lado do oceano perderam os contatos. Já depois de poucas gerações a gente quase não sabia mais nada um do outro.. Somente em 1987 os contatos deveriam ser reiniciados. Na época, por motivos de negócios, ocorreu a ida de Erno Wächter para a Europa. Na procura de seus antepassados ele rastreou Otto Wächter de Ellern. Rapidamente foram intercambiados endereços e acertados encontros.
150 anos após a emigração, finalmente os ramos familiares se reencontraram. Num encontro familiar, no Brasil, o salão de festas ficou superlotado: 673 descendentes compareceram para, em conjunto, rezarem num culto festivo evangélico. Para este momento a família trouxe o antigo fogão em que os Wächter cozinharam a primeira sopa brasileira.
Um momento marcante para o grupo de Hunsrück foi a fala de Otto Wächter de Ellern, uma vez que do culto em língua portuguesa pouco entenderam. Mais tarde junto ao buffet do almoço o dialeto hunsrück correu solto. E ao lado de tudo isto os “exóticos” da Alemanha foram declarados gaúchos honorários. Isto combina. Não é milagre se verificar que o gelo logo foi quebrado e contatos foram atados.
Uma visita à colônia 67 naturalmente não poderia ter faltado. Os 75 ha de mata virgem foram a célula inicial da família. Peter Wächter e seus filhos trabalharam com muita dedicação esta terra. O duro trabalho, porém, valeu a pena: A família, ao longo da década seguinte, conseguiu alcançar uma certa prosperidade.
Ainda hoje a propridade é administrada por descendente Wächter . Ali também existe um pequeno cemitério familiar onde Peter e Margarethe Wächter estão sepultados. Agora as sepulturas são ornamentadas com um marco histórico em homenagem aos falecidos.